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Gavião-de-penacho
Spizaetus ornatus
REGISTROS RECENTES NO BRASIL:

Região Norte: Registrado em diversos municípios dos estados amazônicos onde a espécie tem uma população mais abundante, registrado na Chapada dos Guimarães e no Pantanal Mato-Grossense (Tomas, et al., 2004). No estado do Mato Grosso do Sul foi  registrado a nordeste, em uma região de  dois milhões de hectares que abrange vários estados vizinhos, denominada Complexo Jauru (Silva et al., 2005).

Região Nordeste: Na Mata Atlântica, ao norte do rio São Francisco, a espécie não tem sido registrada desde o seu primeiro registro, no século XVII, e um avistamento sem confirmação aconteceu em 1946, sendo apontado por Carlos e Silva (2004) como provavelmente extinto do Centro Pernambuco.

Região Sudeste: Em Minas Gerais já foi observado na região de Viçosa (Ribon et al., 2003), Parque estadual do Rio Doce (Zorzin et al., 2004) e Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (Kirwan et al., 2004). Registrado em Santa Tereza (Willis e Oniki 2002). No Rio de Janeiro é encontrado na Reserva  Biológica do Tinguá (Mendonça-lima e Pacheco 2003), Costa Verde (Pacheco et al., 1997) e Mantiqueira (Marigo, 2002).

Região Sul: Na região Sul foi registrado por Straube et al. (2004) no Parque Nacional do Iguaçu e Palmas (Mikich e Bérnils, 2004) ambos no estado do Paraná, e por Albuquerque (1995), no Parque Estadual Serra do Tabuleiro e no município de Urubici (Alburquerque, com. pess.), e Campo Belo do Sul Estado de Santa Catarina. Contando também com registros recentes na Reserva Rio das Furnas em Alfredo Wagner/SC. No Rio Grande do Sul foi registrado a nordeste do estado, na Estação Ecológica de Aracuri-Esmeralda (Kindel, 1996), havendo ainda a possibilidade de sua presença no Parque Nacional Aparados da Serra, devido a sua proximidade com essa Estação. Registrado recentemente na área de influência da Usina Hidrelétrica de Barra Grande, no rio Pelotas, na divisa dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Segundo Bierregaard-Júnior (1995) pode haver populações locais em declínio (ICMBio, 2008). Continuação...>>>

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