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Gavião-pega-macaco
Spizaetus tyrannus
Distribuição e Registros recentes do Spizaetus tyrannus tyrannus (Pop. da mata atlântica)

A população da mata atlântica (S. t. tyrannus) ocorre na faixa marítima leste-meridional, da Bahia, leste de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul e nordeste da Argentina (Stotz, 1996; Fergunson-Lees e Christie, 2001).
Rio Grande do Sul: No Rio Grande do Sul existem registros para o nordeste, da Serra Geral até a região do município de Boqueirão do Leão, no noroeste do estado, no Parque do Turvo (ICMBio, 2008).

Santa Catarina: A maior parte dos registros de Santa Catarina é proveniente da Serra do Mar e da planície litorânea, mas pode ocorrer ainda em floresta estacional semidecidual e ombrófila mista (Rosário, 1996; Mikich e Bernils, 2004).

Paraná: No Paraná boa parte dos registros concentram-se a leste do estado, no município de Piraquara (STRAUBE, 2003), na Reserva Natural de Cachoeira, em Antonina (BOÇON et al., 2004b), na Reserva Natural de Itaqui, em Guaraqueçaba (BOÇON et al., 2004) e na Reserva Natural Salto do Morato (STRAUBE; URBEN-FILHO, 2005). Havendo ainda registros no Parque Estadual de Vila Velha (Paraná, 2004), no município de Tijucas do Sul (KAMINSKI e CARRANO, 2004), no Distrito do Bugre, em Balsa Nova (SANTOS et al., 2004) e no Parque Nacional do Iguaçu (STRAUBE et al., 2004). Alguns registros também foram realizados no sul do Paraná, em Guarapuava, e na Estância Hidromineral Santa Clara (25º38’S e 51º58W – Straube et al., 2005). Em Abril de 2010 esta espécie foi fotografa por Adilson C. Constantini voando alto e vocalizando no município de Manoel Ribas, no centro do estado.

• São Paulo: Boa parte dos registros estão concentrados na região da Serra do Mar. Há registros na Serra de Itaberaba, estado de São Paulo (Gussoni e Campos, 2004), no município de Cotia (NAMBA et al., 2001), no Parque Estadual de Intervales (OLMOS et al., 2006), no Parque Estadual Serra do Mar (GOERCK, 1999), no Parque Estadual de Ilhabela (OLMOS, 1996) e na APA da Bacia do Rio Paraíba do Sul (Gussoni e Campos, 2004). Encontrado também na Serra do Japi, em Jundiaí.

• Minas Gerais: A SOS Falconiformes já registrou o Spizaetus tyrannus em diversas regiões do estado, já foi visto na Área de Proteção Ambiental Carste da Lagoa Santa e no Parque Estadual do Rio Doce (Zorzin et al., 2004), na região de Viçosa (Ribon et al., 2003), e no Parque Nacional do Peruaçu (Kirwan et al., 2001). Há registros também em Araçuaí (Luiz et al, 2003) e na RPPN Mata do Jambreiro, próximo ao município de Camanducaia (Zorzin et al., 2006). Também conta com vários registros na região do Quadrilátero Ferrífero (Salvador-Jr et al., 2011).

Rio de Janeiro e Espirito Santo : No Rio de Janeiro no Parque Nacional de Itatiaia (Olmos et al., 2006), na Fazenda São Gonçalo, em Parati, e no Pico do Papagaio, em Angra dos Reis (Buzetti, 2000). No estado do Espírito Santo é registrado na região de Santa Tereza, na bacia hidrográfica do rio Timbuí, e na Reserva Biológica de Sooretama (ICMBio, 2008).

Nordeste: Na mata atlântica do nordeste brasileiro, conta com registros em Pernambuco, onde já foi observado na Reserva Ecológica de Gurjaú (Lyra-Neves et al., 2004), na Mata do Fervedouro, em Jaqueira, na Fazenda Pedra Dantas (área contínua à RPPN Frei Caneca) e na Usina Serra Grande (Roda e Pereira, 2006). Em Alagoas foi registrado em Água Fria, próximo a Maragogi, em Engenho Coimbra (Roda e Pereira, 2006) e na Estação Ecológica de Murici (Teixeira et al., 1986). No estado da Bahia, há registros no complexo da Serra das Lontras-Javi (Silveira et al., 2005) e no Baixo sul (Lima et al., 2001).

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